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A ilha Terceira é “o segredo mais bem guardado do Atlântico”



É a segunda maior ilha do arquipélago dos Açores e prova que o turismo açoriano não se cinge a uma só ilha.

Os Açores não são uma ilha, e o arquipélago não se cinge a São Miguel. Estas são ideias que ficaram no passado graças ao crescente turismo que se nota cada vez mais nesta região autónoma.

Com um encanto único, que cada vez mais é conhecido graças aos voos low cost que facilitam as viagens de avião, mas também graças às estratégias de turismo que têm vindo a contrariar o turismo sénior, que anteriormente dominava, para dar lugar a um turismo mais jovem, de aventura e ‘mochila às costas’.

Inegável é a ideia de que cada ilha é única e se particulariza por certos aspetos. Para o espanhol El Mundo, foi a ilha Terceira que mereceu o destaque por várias razões, a começar pelo facto de agora haver voos diretos entre Madrid e Terceira. Além disso, entre as nove ilhas, esta é a única que conta com uma cidade que é Património da Humanidade – Agra do Heroísmo.

O jornal espanhol descreve-a como o destino perfeito para quem procura “viagens com fortes emoções sem que tenha de dar a volta ao mundo”.

A ilha “mais pequena que Ibiza” prima pela origem vulcânica, grandes zonas de verde vivo que florescem na altura da primavera e motivos históricos como as grutas do Algar do Carvão, que permite conhecer-se na primeira pessoa o passado geológico daquela ilha.

Também a própria arquitetura chama a atenção de quem visita a Terceira, pelas inúmeras igrejas e conventos, e a calçada preta e branca “até ao mar, que nos fazem lembrar que estamos em Portugal”.

Como não podia deixar de ser, também a importância da religião é referida como caraterística da ilha, que vive intensamente as festas do Espírito Santo.

in noticiasaominuto.com

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