Header Ads

Apresentado projeto para novo miradouro na Lagoa do Fogo






A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo adiantou hoje que a requalificação do Miradouro da Lagoa do Fogo permitirá gerir a presença dos visitantes, melhorando e ordenando a fruição do local, mas também controlar o acesso às cumeeiras e ao trilho, bem como evitar alguns constrangimentos atualmente existentes com a paragem de viaturas na estrada.

Marta Guerreiro, que falava na apresentação do projeto, salientou que o principal objetivo é “harmonizar a presença dos visitantes com a preservação desta reserva natural e, simultaneamente, proporcionar uma experiência singular de visitação a uma das mais belas paisagens da ilha de São Miguel”.



Nesse sentido, será criada uma zona de apoio aos visitantes e um novo miradouro, anulando-se o atual, situado na berma da estrada regional.

“Prevê-se a criação de um novo ponto de acesso ao miradouro, que passará a localizar-se no interior da caldeira, através da construção de um túnel, desenhado para que tenha um impacto visual praticamente nulo”, acrescentou.




Segundo a governante, com esta proposta de intervenção “pretende-se proporcionar ao visitante um trajeto pedonal mais sensorial e mais orgânico, no momento em que se atinge o novo miradouro, projetado no final do túnel”.

“A intervenção projetada requalifica o espaço da antiga curva da estrada, sendo que toda a estrutura da zona de apoio ficará enterrada na cumeeira”, realçou Marta Guerreiro.




A Secretária Regional adiantou ainda a intenção de dotar o interior do edifício com um conjunto de valências, entre elas um posto de acolhimento, uma zona de apresentações, instalações sanitárias, uma área técnica para instalação de equipamentos necessários à manutenção do espaço e o percurso de acesso à caldeira.

Relativamente ao novo miradouro, Marta Guerreiro referiu que se trata de uma intervenção “respeitadora”, desenhada com base na "topografia da encosta”, com uma extensão de cerca de 100 metros, terminando no ponto de acesso ao trilho de descida à lagoa, com predominância para o uso de materiais pouco impactantes.

“Desta forma, o próprio edifício tem também o objetivo de disciplinar a entrada no trilho da Lagoa do Fogo, que se passa a fazer unicamente através desta zona, permitindo que haja uma gestão, um controlo e uma monitorização dos acessos mais eficaz, nomeadamente com condições para a implementação de limites de carga”, sublinhou.

O projeto foi partilhado com os membros do Conselho Regional de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, aos quais foram solicitados contributos.

Fonte: GACV

Sem comentários